A jornada

A História

De uma menina que cantava em casa a uma das novas vozes da nova geração. Esta é a história da Melyssa, contada em capítulos.

CAPÍTULO 01

O começo

A história começa cedo, bem cedo. Com apenas 2 anos e meio, a Melyssa já mostrava o gosto pela música sertaneja. Foi quando ganhou seu primeiro violão, um violão rosa que ela mesma enfeitou todo de strass, e que guarda com carinho até hoje.

Aos 11 anos, o que era paixão de menina virou coisa séria: ela começou a cantar profissionalmente e não parou mais. Ali, a brincadeira virou o caminho de uma vida.

Melyssa criança com o violão rosa de strass
Melyssa aos 2 anos cantando no microfone
Aos 2 anos, já no microfone.
CAPÍTULO 02

Os primeiros palcos

Ainda menina, encarou os primeiros palcos com uma coragem que impressionava os adultos. Cantando sertanejo do jeito que sente, foi conquistando cada plateia, um evento de cada vez.

Cada apresentação era um degrau. Cada público, uma lição que ficou. E a voz que crescia começou a ser acompanhada de perto.

Melyssa criança cantando no Festival de Talentos
CAPÍTULO 03

Crescendo com você

Os anos passaram e a menina virou jovem, sem perder a essência. A voz ganhou corpo, a presença ganhou atitude, e a identidade se firmou: a delicadeza de quem nasceu pra cantar, com a força de quem sabe o que quer.

Quem acompanha a Melyssa desde o início cresceu junto com ela.

Melyssa Raphaela cantando ao vivo, mais madura
CAPÍTULO 04

Hoje · Aos 18

Hoje, aos 18 anos, a Melyssa abre um novo capítulo: mais madura, com voz própria e uma estrada inteira pela frente. A mesma paixão de sempre, agora pronta pra voar mais longe.

E, entre um show e outro, ela faz questão de voltar pra origem: leva a música pras crianças nas escolas, plantando em cada uma a mesma faísca que um dia acendeu nela. Essa história ainda está só no começo.

Melyssa Raphaela hoje, cantando no palco
Melyssa Raphaela com a mãe Mônica, o pai Edniz e o irmão
Os maiores apoiadores

A base de tudo

Antes de qualquer palco, teve uma casa que acreditou primeiro. A mãe, Mônica, o pai, Edniz, e o irmão caçula, Italo Ramon: a primeira torcida da Melyssa.

São eles que seguraram a mão dela em cada sonho, levaram pra cada apresentação e comemoraram cada conquista como se fosse deles. Porque, no fundo, é.

Toda voz que vai longe começa amparada por quem ama de verdade. E a base da Melyssa tem nome de família.

A próxima música é com você

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