Especialista em Direito Armamentista, Defesa Criminal e Liberdade de Expressão. Atirador profissional que conhece o esporte por dentro — e defende você dentro da lei.
O Dr. Andrey Blanco é advogado com sólida atuação no Direito Armamentista, formado com a convicção de que a lei existe para proteger o cidadão, não para suprimir seus direitos. Cristão, conservador e casado com Ana Iane Pessoa, ele construiu uma trajetória única que alia o rigor técnico do direito à vivência prática do tiro esportivo.
Como atirador profissional e fundador do Portal Armamentista, Andrey conhece cada detalhe da rotina do CAC — os desafios burocráticos do Exército, as blitzes policiais, os decretos que mudam a cada governo. Esse conhecimento de quem vive o esporte transforma cada processo judicial em uma defesa tecnicamente precisa e humanamente comprometida.
Com mais de 131 mil seguidores no Instagram e 164 mil inscritos no YouTube, o Dr. Andrey é referência nacional em legislação armamentista e liberdade de expressão, levando informação de qualidade para quem mais precisa.
Consultoria completa para CACs, clubes de tiro e comerciantes de armas. Regularização de acervos, recursos administrativos junto ao Exército e defesa em casos de apreensão indevida.
CAC · Clubes · LojistasAtuação estratégica em processos criminais com foco na legalidade das provas, garantias constitucionais e absolvição. Especial expertise em casos de legítima defesa com arma de fogo.
Legítima Defesa · Porte · PosseJudicialização de recusas e atrasos na emissão do CR, GT e demais documentos. Liminares para suspender atos ilegais e garantir seus direitos perante as Forças Armadas.
CR · GT · CRAF · ExércitoDefesa contra censura digital, remoção indevida de conteúdo e suspensão de perfis que tratam de temas armamentistas. Atuação nos tribunais para restabelecer contas e preservar a voz do atirador.
Redes Sociais · CensuraAssessoria jurídica para clubes de tiro ameaçados por legislações municipais ou estaduais abusivas. Defesa da competência federal e do direito esportivo.
Registro · Zoneamento · DefesaTransferência entre sistemas (Sigma/Sinarme), regularização de heranças armamentistas e situações de CR vencido. Atuação preventiva e corretiva para evitar busca e apreensão.
Sigma · Sinarme · HerançaA primeira regra é a calma. O Dr. Andrey sempre reforça: documente a abordagem se possível, seja educado com os agentes e exija que seus documentos sejam consultados antes de qualquer apreensão. Os documentos essenciais são o CR (Certificado de Registro), o GT (Guia de Tráfego) vigente e o CRAF, além da comprovação do trajeto (convocação do clube, nota de serviço etc.).
Se mesmo com a documentação correta houver apreensão, não assine nada sem orientação jurídica. Contate o escritório imediatamente.
Em casos emblemáticos defendidos pelo escritório, conseguimos reverter apreensões ilegais provando que o atirador estava em plena conformidade com trajeto e finalidade do transporte — garantindo a devolução do acervo e indenização por danos morais em alguns casos.
Sim, e é mais comum do que parece. A eficiência da administração pública é um direito constitucional. Quando o Exército extrapola os prazos legais ou emite recusas genéricas sem motivação adequada, a via judicial é legítima e frequentemente eficaz.
O escritório já obteve diversas liminares que obrigaram a Administração a emitir o CR em tempo determinado pelo juiz, com astreintes (multa diária) em caso de descumprimento. A tese jurídica se apoia no direito à segurança jurídica, isonomia e razoável duração do processo administrativo.
Já representamos dezenas de CACs em todo o Brasil nessa situação — e em nenhum caso de documentação regularmente apresentada obtivemos desfecho desfavorável.
Essa é a dúvida que mais gera problemas — e a legislação muda com frequência, o que exige análise do decreto vigente à época dos fatos. De forma geral, o CAC pode transportar a arma municiada no trajeto da residência/escritório ao clube/estande, desde que possua o GT correspondente e que a finalidade (prática esportiva ou defesa do acervo) esteja documentada.
O transporte defensivo ao longo da vida cotidiana, sem o GT, configura o chamado "porte ilegal" — que é diferente do "transporte irregular" e tem penas distintas. A diferença técnica entre os dois tipos pode ser a linha entre a liberdade e a prisão.
Já defendemos clientes acusados de porte ilegal quando na verdade o enquadramento correto era transporte dentro da legalidade. A absolvição foi obtida com laudo técnico e análise da rota percorrida.
A legítima defesa é um direito previsto no Código Penal (art. 25), mas precisa ser tecnicamente demonstrada. Os elementos exigidos são: repulsa a injusta agressão, atual ou iminente, usando moderadamente os meios necessários. A ausência de qualquer um desses elementos pode comprometer a tese.
O Dr. Andrey é especialista em reconstrução fática — perícias, laudos balísticos, laudos de local, depoimentos e câmeras. O objetivo é demonstrar ao juiz a exata dinâmica do confronto, provando que o disparo foi a única saída possível.
Em um caso de grande repercussão, a mídia já tinha condenado o cliente antes do processo. Com a produção técnica de provas e o recurso ao Tribunal do Júri, obtivemos absolvição por 7 votos a 0 — unanimidade.
Sim. A censura prévia é vedada pela Constituição Federal (art. 220, §2º) e o debate sobre armas — dentro da legalidade — é exercício da liberdade de expressão e informação. Plataformas têm discricionariedade, mas não podem agir de forma arbitrária, especialmente quando o conteúdo é informativo e legal.
A estratégia jurídica combina notificação extrajudicial às plataformas, ação de tutela de urgência para restabelecimento imediato do perfil e, em casos graves, ação indenizatória por danos materiais (perda de monetização, seguidores) e morais (prejuízo reputacional).
Como influenciador do setor, o Dr. Andrey viveu na própria pele as restrições algorítmicas e sabe exatamente quais argumentos jurídicos funcionam junto ao Poder Judiciário brasileiro nesse tema.
A migração entre sistemas é um processo burocrático com muitas armadilhas: cadastros duplicados, CR em nome errado, acervo "bloqueado" por inconsistência sistêmica. A assessoria especializada reduz drasticamente o prazo e evita autuações administrativas.
O processo envolve: verificação do status atual no sistema de origem, pedido formal de transferência na circunscrição do CSCFA responsável, análise documental e, quando necessário, regularização via processo administrativo com recurso.
Já regularizamos acervos de herança que estavam há mais de 3 anos com a transferência bloqueada por erro de cadastro nos sistemas do Exército — sem que o herdeiro soubesse que estava tecnicamente em situação irregular.
O vencimento do CR sem renovação coloca o possuidor em situação de irregularidade administrativa, com risco real de busca e apreensão do acervo. Porém, a boa-fé e o protocolo tempestivo da renovação — mesmo que após o vencimento — são elementos que o escritório utiliza para demonstrar que não houve intenção de infringir a lei.
O primeiro passo é protocolizar imediatamente o pedido de renovação. O segundo é comunicar a irregularidade ao Exército de forma proativa, o que demonstra transparência e reduz as sanções. Em casos urgentes, medidas liminares podem impedir a apreensão enquanto o processo de renovação está em curso.
Já atuamos em situações de CR vencido há mais de 2 anos (por negligência dos próprios sistemas do Exército em enviar avisos) e obtivemos regularização sem punição administrativa ao cliente.
Na maioria dos casos, não. A competência para legislar sobre armas, munições e atividades correlatas é da União Federal, conforme o art. 22, inciso XXI da Constituição. Municípios e estados não podem criar restrições adicionais que contrariem a legislação federal.
Leis municipais de zoneamento que vedam clubes de tiro em áreas específicas podem ser contestadas judicialmente quando forem utilizadas como pretexto ideológico para encerrar a atividade, especialmente se o clube já estava em operação legal antes da nova norma.
Já defendemos dois clubes de tiro em processos de fechamento compulsório por atos do poder municipal. Em ambos os casos, o escritório obteve medida liminar suspendendo o fechamento e, posteriormente, a anulação definitiva dos atos administrativos.
A inviolabilidade do domicílio é garantia fundamental (art. 5º, XI da Constituição). Provas obtidas mediante invasão ilegal — mesmo que armas irregulares sejam encontradas — são passíveis de exclusão do processo por configurarem prova ilícita por derivação (teoria dos frutos da árvore envenenada).
O escritório atua imediatamente com pedido de habeas corpus e impugnação das provas colhidas. A nulidade da busca contamina toda a cadeia probatória subsequente, podendo levar à absolvição mesmo em casos aparentemente graves.
Em um caso emblemático, conseguimos a absolvição de um colecionador cujo acervo foi apreendido em uma "busca" realizada sem mandado por policiais que tentaram requalificar a ação como "flagrante". O Tribunal reconheceu a ilegalidade e cassou a condenação de primeira instância.
Porque o direito armamentista não é apenas teoria jurídica — é uma disciplina que exige conhecimento técnico profundo sobre mecânica de armas, funcionamento dos sistemas do Exército, regras de competição do CBTP e do CBTJ, e a rotina real de um estande de tiro.
Quando o Dr. Andrey apresenta sua defesa, ele pode explicar ao juiz — com linguagem técnica e credibilidade — por que determinada munição foi transportada, por que a arma estava naquela condição, o que significa um travamento específico. Isso faz diferença real em laudos periciais e na formação do convencimento do magistrado.
Em dezenas de sentenças, o elemento decisivo foi a capacidade do Dr. Andrey de traduzir a realidade técnica do atirador em argumentos jurídicos precisos. Juízes que nunca tocaram em uma arma precisam de alguém que fale ambas as linguagens — e esse é o diferencial único deste escritório.
Para casos de urgência, acione diretamente o WhatsApp. Para consultas e análise documental, utilize o formulário ao lado. O escritório responde em até 24 horas úteis.